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Ponte rolante
Teu operador comete algum desses erros?
A escassez de operadores qualificados de ponte rolante é uma preocupação no mercado. A seguir, destacarei três práticas que não devem fazer parte da operação de um profissional:
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- Pulsar repetidamente o botão de subida e descida.
- Conduzir cargas pelas laterais da ponte, quando é preferível utilizar o centro.
- Segurar o gancho com as mãos desprotegidas, sem luvas ou outra forma de proteção.
Em relação ao ato de pulsar o botão, considere a analogia de uma marreta de 30 kg atingindo um prego 12×12 em uma tábua de eucalipto. O prego pode não penetrar, mas um martelo de 500 g solto a 60 cm, sem esforço adicional, consegue enterrá-lo. Cada pulsação no botão equivale a uma martelada de 2, 5 ou até 10 toneladas na estrutura.
Quanto à condução de cargas, é importante lembrar que cada lado da ponte possui um motor destinado ao deslocamento nos trilhos. Se um dos motores for sobrecarregado enquanto o outro permanece ocioso, a parte vazia avançará, o que pode resultar em desgaste dos trilhos, dos roletes e forçar toda a estrutura.
Além disso, o cabo de aço atua como condutor elétrico. Se segurado, o operador pode entrar em contato direto com a carcaça da ponte, que opera com um painel trifásico. Por esta razão, o controle remoto e o controle por cabo são projetados para serem totalmente isolados da estrutura.
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