M3_PS_A02 | Técnicas para Remoção e Transporte de Acidentados
Técnicas para Remoção e Transporte de Acidentados

A remoção de um acidentado requer a observação dos seguintes procedimentos:
- Restauração ou manutenção das funções respiratória e circulatória;
- Verificação de existência e gravidade de lesões;
- Controle de hemorragia;
- Prevenção e controle de estado de choque;
- Imobilização dos pontos de fratura, luxação ou entorse.
Essas recomendações servem para vítimas inconscientes, em estado de choque, grandes queimaduras, hemorragia abundante, envenenamento, fraturas de membros inferiores e bacia, luxações e acidentes com animais venenosos.
Primeiro, o socorrista deve se acalmar e transparecer calma à vítima, naturalmente em pânico.
Se o acidentado estiver com fratura na coluna cervical, ele só deve ser transportado em casos de extrema urgência ou iminência de perigo. Caso contrário, aguarde o atendimento médico especializado.

O número de pessoas envolvidas no transporte da vítima vai depender das circunstâncias, tipo de acidente, voluntários disponíveis e gravidade da lesão. Por exemplo, casos de afogamento, envenenamento e asfixia demandam métodos que empregam de uma a duas pessoas.
Já feridos com suspeitas de fraturas ou outras lesões mais graves requerem a participação de três ou mais voluntários. Tome muito cuidado com o transporte de acidentados em veículos. O primeiro passo é acomodar corpo e cabeça da vítima de forma firme, em local acolchoado ou forrado.

O condutor deve evitar freadas bruscas, altas velocidades e manobras bruscas. Além disso, é preferível um veículo grande e espaçoso. O socorrista precisa acompanhar a vítima ao longo do trajeto, sempre assistindo a manutenção de suas funções vitais, como a respiração e a circulação, estado de consciência e pulsação.